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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Sacerdote denuncia o perigos da religião universal proposta pela ONU

Sacerdote denuncia o perigos da religião universal proposta pela ONU

SÃO PAULO, 05 Nov. 11 / 02:50 pm (ACI)

O sacerdote, jornalista e doutor em Teologia pela Universidade de Navarra (Espanha), monsenhor Juan Claudio Sanahuja, denunciou como a ONU e outras entidades buscam estrategicamente influenciar os países com políticas anti-vida e a proposta de uma religião universal no congresso pró-vida da Human Life International em São Paulo.

Segundo o sacerdote que também é membro da Pontifícia Academia para a Vida, existe uma nova guerra fria – existe um projeto de poder global- evidente em documentos da Organização das Nações Unidas (ONU) e em pronunciamentos e ações de chefes de Estado em todo o mundo.

“Hoje, se fala do politicamente correto, um pensamento único comum às pessoas de muitas nações. Esse projeto é um conjunto de medidas para implementar um conjunto de regras de como pensar, do que falar e fazer”, advertiu o sacerdote.

Falando concretamente sobre o papel da ONU para influenciar com políticas anti-vida as constituições das nações no mundo inteiro, Mons. Sanahuja explicou em diálogo com a ACI Digital, que “a ONU tem há muito tempo um projeto de poder global”.

“Em grande parte esta onda da cultura da morte vem motorizada pelos desejos dos países do norte de ter grandes reservas de matérias primas e minerais nos territórios países do sul que alimente os opulentos padrões de consumo dos países do norte. (...) Na raiz está isto: o desejo egoísta de domínio , simplesmente, para ter nos países do sul um enorme armazém... que cubra os padrões de consumo dos países do norte.

“Por isso o interesse da ONU de controlar a população mundial, impor a anticoncepção, impor o aborto, impor reformas até mesmo nos códigos éticos das religiões”, afirmou.

Seguindo o diálogo com a nossa agência, Mons. Sanahuja falou que a religião universal, “também pode ser conhecida como novo código ético universal” e que esta vem infiltrando-se nas demais religiões.

“Este código vem marcado pelo desejo dos organismos internacionais da ONU, por exemplo, também de alguns países centrais de mudar as convicções religiosas dos povos, para que seu plano de anticoncepção, de aborto, que eles mesmos chamam de re-engenharia social, seja aceito pelos países menos desenvolvidos”, sublinhou.

Este código ético segundo o Monsenhor “impõe valores relativos”. “Como dizia João Paulo II: o relativismo se converte em um totalitarismo, o relativismo unido à democracia se converte em um totalitarismo visível ou encoberto”.

“Pretende-se substituir as verdades imutáveis da lei natural, da religião cristã, ou das que eles chamam de religiões abraâmicas, por valores relativos de modo que tudo o que for afirmado como um valor imutável, como por exemplo o valor de toda vida humana, na condição que for, ou que o matrimônio só ocorre na união entre homem e mulher, tudo o que for afirmado assim, para eles é totalitarismo e altera a paz social”.

“Portanto isso dá pé a esta nova ordem mundial, para perseguir (se considera necessário) a Igreja e a todos os que tenham convicções imutáveis”, acrescentou.

Em seguida, o sacerdote explicou que a nova religião universal é “este novo código ético que querem impor-nos através da re-interpreação dos direitos humanos” e citou, por exemplo, a ideologia de gênero, como uma das novas manifestações deste código que organismos internacionais querem impor.

Como ícone desta religião universal o sacerdote citou a carta da terra, um documento “nasceu da sociedade civil mundial, envolveu em sua elaboração a mais de cem mil pessoas de 46 países, e já foi assumida em 2003 pela UNESCO ‘como instrumento educativo e uma referência ética para o desenvolvimento sustentável’. Participaram ativamente em sua concepção Mikhail Gorbachev, Maurice Strong e Steven Rockfeller, entre outros.

O autor brasileiro e um dos maiores impulsores da teologia marxista da libertação, Leonardo Boff, defendeu a carta da terra em certa ocasião na Assembleia das Nações Unidas afirmando que “a Terra é a Mãe Universal; a Terra mesma está viva (...). Antigamente era a Mãe Fecunda, para isso surgiu a Carta da Terra, que já foi reconhecida pela UNESCO como instrumento educativo. A Carta da Terra apresenta pautas para salvá-la, olhando para com ela com compreensão, e amor".

"O necessário é a espiritualidade, e não os credos e as doutrinas", afirmou também Boff.

Diante disto o sacerdote denunciou a que a estratégia da ONU e dos organismos que a promovem é que esta “nova religião universal, sem dogmas”; se infiltre nas demais religiões.

Diante deste amplo panorama, Mons. Juan Claudio Sanahuja destacou que é preciso resgatar “a familia humana fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, a defesa da vida humana desde sua concepção até o seu fim natural e os direitos dos pais à educação dos filhos”.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

DOUTRINAÇÃO POLÍTICO-IDEOLÓGICA - Se quiser passar no vestibular, tem que aprender!

MATÉRIA POSTADA EM 15/11/2010, QUE MISTERIOSAMENTE DESAPARECEU DESTE BLOG.
GRAÇAS AO AMIGO ANATOLLI (http://anatollipovistliet.blogspot.com/), QUE GUARDOU A MATÉRIA, PUDE POSTÁ-LA NOVAMENTE.
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Veja quais são os livros que devem ser lidos para o Vestibular de Verão da Unibrasil, a ser realizado dia 21/11/10:

BAIXE AQUI
Portal Educacional do Estado do Paraná
http://www.seed.pr.gov.br/portals/livrodidatico/frm_buscaLivro.php

Escolha a matéria e depois, os assuntos correspondentes

1 - Ética
A virtude em Aristóteles e Sêneca
Amizade
Liberdade em Sartre

2 - Filosofia Política
A democracia em questão
A política em Maquiavel
Em busca da essência do político
Política e violência

4 - Mito e Filosofia
Ironia e Maiêutica
O deserto do real
Mito e Filosofia

3 - Teoria do Conhecimento
Filosofia e método
O problema do conhecimento
Perspectivas do conhecimento

E tem mais, que você poderá baixar no 4shared:
JEAN JACQUES ROUSSEAU
Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens

http://search.4shared.com/q/1/Origem%20e%20os%20Fundamentos%20da%20Desigualdade%20entre%20os%20Homens

São livros bem ilustrados, como o escritor português José Saramago

Che Guevara, entre outros.


VEJA UM TRECHINHO DO LIVRO "A DEMOCRACIA EM QUESTÃO"

Marx e a emancipação humana

Considerando as formas de alienação e dominação religiosa, política e econômica, pode-se dizer que a questão nuclear da filosofia política do Marx é a emancipação humana e que a consolidação dessa matriz do seu pensamento se dá através de uma novidade − a exigência de que tal busca aconteça, concomitantemente, no plano das criações conceituais e da ação política transformadora.

Nos Manuscritos econômico-filosóficos, Marx expressa com clareza a sua idéia de que a emancipação humana se daria pelo reencontro do homem com ele mesmo. A superação da alienação passa, necessariamente, pelo rompimento dos elos de dominação do sistema capitalista, da propriedade privada e pela instalação do comunismo. "O comunismo é a supra-sunção (Aufhebung) positiva da propriedade privada, enquanto estranhamento-de-si (Selbstentfremdung) humano, e por isso enquanto apropriação efetiva da essência humana pelo e para o homem". (MARX, K. Manuscritos econômico-filosóficos. p.105)

A questão de Marx é que a alienação produzida pela propriedade privada na ideologia e nas formas de dominação do capitalismo separa o homem, enquanto indivíduo, da sua condição e consciência genérica e, portanto, da sua capacidade de construir uma vida política. Ora, sem a ação política, a liberdade individual torna-se uma impossibilidade ou, no máximo, toma a forma de uma ilusão.

A emancipação só pode ser concebida em termos da conquista da igualdade. Nesse sentido, a liberdade política significa poder político do povo, em sua oposição ao poder do Estado de direito burguês.

Marx faz a crítica ao Estado, sobretudo no que se refere ao formalismo jurídico. A igualdade é garantida na lei, mas a lei não se efetiva na prática. A objeção de Marx é que esse formalismo estatal que se apresenta, aliás, como meio de emancipação política, não passa de uma ilusão, porque mantém o indivíduo alienado, porque não promove a esfera realmente pública e a cidadania.

Vejamos como Marx define a questão da emancipação humana numa passagem famosa em A Questão Judaica:

Toda emancipação constitui uma restituição do mundo humano e das relações humanas ao próprio homem.

A emancipação política é a redução do homem, por um lado, a membro da sociedade civil, indivíduo independente e egoísta e, por outro lado, acidadão, a pessoa moral.

A emancipação humana só será plena quando o homem real e individual tiver em si o cidadão abstrato; quando como homem individual, na sua vida empírica, no trabalho e nas relações individuais, se tiver tornado um ser genérico; e quando tiver reconhecido e organizado as suas próprias forças (forces propres) como forças sociais, de maneira a nunca mais separar de si esta força social como força política. (MARX, K. A questão judaica. p. 63).

Debata com seus colegas

– Quais são as forças da sociedade que não permitem que o homem se emancipe? Qual a solução de Marx para a emancipação humana?

Não se esqueça de anotar por escrito as idéias surgidas no debate.

As regras para a realização do debate encontram-se na apresentação deste livro.

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HÁ MUITO MAIS, ISTO É SÓ UMA AMOSTRINHA! SE QUISER PASSAR NO VESTIBULAR, DE-CO-RE TUDO!

Postado por Raquel Nascimento Pereira no O que há nas cabeças em 11/15/2010 09:28:00 PM

Eu fiz esse Vestibular. Respondi todas as questões como se fosse uma socialista militante e meio-parente de Fidel, Chávez, MST e o diabo a quatro. PASSEI!!!

Veja a prova deste ano e o gabarito neste link:
http://www.unibrasil.com.br/vestibular2012/prova-gabarito.html

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

CONVERTIDOS À FÉ CATÓLICA

Quem busca uma solução para os seus problemas não vai encontrá-la na Igreja Católica. Jesus Cristo não nos prometeu vida boa, prosperidade, nada disso. Pelo contrário, ele nos falou do sofrimento, de aceitarmos cada um a nossa cruz e de oferecermos os nossos sofrimentos pelos pecados do mundo, como Ele fez.

O que, então, nos atrai à Igreja Católica? Se não são os bens, nem o conforto, nem a prosperidade, nem a saúde, nem a compreensão, nem a amizade... o que, então?

A Verdade. É ela que nos atrai, nos dá paz, serenidade, equilíbrio, uma alegria no sofrimento que só Cristo dá. A nossa felicidade não está nas alegrias deste mundo, mas na esperança do próximo que há de vir. Temos tanta certeza disso que estamos dispostos a dar a nossa própria vida - na cruz, se for preciso - para entrarmos o quanto antes nesse Banquete para o qual Cristo nos convida.

VOCÊ também é convidado ao Banquete com Cristo (Mt 22, 1-14). Aceite este convite, despojando-se de si mesmo, dos seus pensamentos, dos seus bens e até dos seus laços de amizade. Deixe Jesus Cristo entrar no seu coração, e deixe que o Seu amor transborde em todos os seus relacionamentos. Você vai ver o que é ser feliz de verdade! Pois não há maior amor que dar a vida pelos irmãos. Isto é a felicidade!

domingo, 13 de novembro de 2011

NÓS SOMOS CATÓLICOS!

Que nenhuma adversidade vos paralise. Não tenhais medo do mundo, nem do futuro, nem da vossa fraqueza. O Senhor vos tem concedido viver neste momento da história para que, graças à vossa fé, seu nome continue ressoando por toda a terra. (Bento XVI)

sábado, 12 de novembro de 2011